quarta-feira, 15 de maio de 2013

Baixa autoestima pode encurtar a vida!


Segundo Michael Marmot, autor de uma pesquisa publicada no British Medical Journal, a baixa autoestima pode encurtar a vida . Pessoas deprimidas têm uma expectativa de vida reduzida, com diminuição da atividade do sistema imunológico e, consequentemente, maior risco para várias doenças, como por exemplo infartos, acidentes vasculares cerebrais (derrames), doenças respiratórias e alguns tipos de câncer.
A baixa autoestima pode influenciar seriamente o comportamento dos indivíduos, levando-os à depressão, ao suicídio e até assassinatos, principalmente, em países onde as desigualdades pessoais e coletivas são discrepantes.Atualmente, a depressão é a quarta maior causa de incapacitação no trabalho, levando a sérios prejuízos.
Hoje sabemos que além das questões biológicas, o meio ambiente também é fundamental na manutenção da saúde mental das pessoas. Aí é que devemos salientar a responsabilidade das instituições governamentais, que reduzem os gastos com o tratamento dos transtornos mentais e principalmente com a prevenção, não havendo um investimento maciço em atenções e ações concretas, na área de saúde pública. Esse pelo menos é o retrato atual, que todos nós esperamos que seja modificado nos próximos anos.
Investir em autoestima é investir no ser humano e contra as mazelas da sociedade, como a violência. Sem querer ser reducionista, será que teríamos tantos crimes hediondos, se houvesse uma política voltada para o bem-estar, manutenção e elevação da autoestima? Será que teríamos tantos problemas de saúde pública? 


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